
Quando vi o trailer do filme com a fantástica Julia Roberts, fiquei enormemente curiosa para assisti-lo.
Imaginei uma aventura fantasiosa, mas gostosa de se ver. Tanto porque, necessitamos de fantasias, principalmente no campo sentimental para nos impulsionar!!!!
Na expectativa em chegar o dia da estréia, entretida com o trabalho e aguardando a disponibilidade de meu namorado, chego para mais um dia de serviço quando, ao sentar-me na mesa de reunião de equipe uma colega expressou: _ ontem fui ao cinema!
Curiosa logo indaguei: _Como foi? Gostou?
Ela respondeu sem grande expressão: _Não muito.
Logo, outra colega, esta com um pouco mais idade (não muito), disse que havia gostado.
Terminei o interrogatório e esperei minha vez de fazer a crítica.
Fato: aguardando minha companhia, o filme sai de cartaz.
Violando a legalidade, pelo bem maior da minha intuição, adquiri o filme de forma ilícita, vulgo pirata.
Ontem pela tarde, com o coração embrenhado em minhas emoções, com uma barra de chocolate ao lado, solitária em todos os sentidos, resolver fazer minha viagem particular.
Adorei o filme. Simples, objetivo, materializando o desejo oculto da maioria das mulheres balzaquianas.
Em transe, ainda enternecida com o que havia assistido, lancei mão de outro título que aguardava por assistir: QUERIDO JOHN.
Confesso: percebi que o que fazemos quase diariamente- comer, rezar e amar, pode significar em nossas vidas muito mais que instinto por sobrevivência, mas uma opção de vida.
Resultado: Estou planejando minha viagem para Bali, rsrsrsr
Em tempo: Não recomendável para menores de 30.
